14 de abril de 2017

QUADRILOGIA - AS 4 ESTAÇÕES DO AMOR - ERA UMA VEZ NO OUTONO - #02 - LISA KLEYPAS

QUADRILOGIA - AS 4 ESTAÇÕES DO AMOR - ERA UMA VEZ NO OUTONO - LIVRO 02 - LISA KLEYPAS


A jovem e obstinada Lillian Bowman sai dos Estados Unidos em busca de um marido da aristocracia londrina. Contudo nenhum homem parece capaz de fazê-la perder a cabeça. Exceto, talvez, Marcus Marsden, o arrogante lorde Westcliff, que ela despreza mais do que a qualquer outra pessoa.

Marcus é o típico britânico reservado e controlado, mas algo na audaciosa Lillian faz com que ele saia de si. Os dois simplesmente não conseguem parar de brigar.

Então, numa tarde de outono, um encontro inesperado faz Lillian perceber que, sob a fachada de austeridade, há o homem apaixonado com que sempre sonhou. Mas será que um conde vai desafiar as convenções sociais a ponto de propor casamento a uma moça tão inapropriada?


NOTA SOBRE O LIVRO: 

A família Bowman saiu dos Estados Unidos da América, onde fizeram grande fortuna, em direção a Londres, em busca de um marido para as filhas Lilian (a mais velha) e Dayse (a mais nova) que fosse da aristocracia inglesa. Claro que nos livros que lemos normalmente os aristocratas são homens belos, bem sucedidos, de excelente linhagem e educação, são honestos e tudo mais... Não que não tenhamos homens assim, mas é que nessa quadrilogia, a realidade (vamos dizer assim) é um pouco diferente. 

Os ingleses não viam os americanos com bons olhos, pois suas riquezas haviam sido adquiridas através de trabalho e não, por heranças de títulos nobres como os deles. Era como se enriquecer a base de trabalho fosse horrendo ou desonesto (risos irônicos). Sendo assim, o intuito das irmãs era um amadrinhamento até que conseguissem um casamento.

Lilian Bowman não era uma garota dócil e recatada. Ela era impulsiva e não aceitava ser desafiada ou controlada por ninguém. Pudemos observar no primeiro livro que o pouco contato que Lilian teve com o conde de Westcliff foi cheio de farpas e afrontas. Aqui, a relação dos dois não foi nada amena.

Marcus era um homem firme, mas de um bom coração (daqueles que não deixava transparecer e que você - e quem o conhecesse bem - só observava a medida em que o conhecesse melhor). Lilian tinha um dom bem apurado em reconhecer o cheiro das coisas, (haja visto que seu pai tinha uma fábrica de sabonetes) e ela ficou encantada ao descobrir um perfume encantado. Ela só não esperava que o tal perfume fosse atrair justamente o conde e deixá-lo completamente louco por ela.

Quem acabou amadrinhando (contra gosto, claro) as irmãs foi a condessa viúva, a mãe do conde e a velha era um poço de arrogância. Ela simplesmente abominava os americanos. Para ela, eles valiam menos que nada, porém, para seu castigo, suas duas filhas casaram-se com americanos. Sua esperança era Marcus, o conde, se casasse com uma moça de excelente linhagem inglesa, desse continuidade ao sangue azul e ao nome da família Marsden. 

Neste segundo livro também vamos conhecer o libertino incorrigível e quase pobre, St. Vincent, cujo pai, um duque, estava a beira da falência e ele com os dias de mesada contados. Ele era famoso por seus casos extra-conjugais ocultos e alguns escandalosos. 

Todos estão reunidos em Hampshire, na mansão do conde de Westcliff e a convivência foi necessária. Obviamente que Marcus e Lilian acabaram se envolvendo, mas Lilian se viu entre St. Vincent (sua opção de fazer um casamento com um aristocrata) e Westcliff (o homem por quem ela realmente estava apaixonada), no entanto, ainda houve uma armação que envolveu Lilian e Marcus.

A autora mostrou através de Lilian que as tradições londrinas eram repletas de falsidade e de hipocrisia, pois muitos ingleses possuíam títulos, tradições, linhagens, mas não possuíam dinheiro. Se escondiam atrás das máscaras enquanto que os americanos esbanjavam dinheiro e eram tidos como "sem educação". Lilian não se importava em nada com os ensinamentos da condessa e as duas se alfinetavam vez ou outra mostrando a hostilidade entre o que cada uma julgava certo ou errado. No entanto, não pense que essa condessa era flor que se cheirasse porque a velha era o cão em forma de gente.

Essa força de personalidade e determinação de Lilian sempre atraíram Marcus. Por mais que ele não falasse sobre seus sentimentos ou pouco demonstrasse, era somente Lilian a detentora do poder sobre sua felicidade pessoal. Ele sabia que qualquer outra mulher não daria conta dele.

Outra lição que a autora passou é que quem vê cara não vê coração mesmo. As quatro moças, denominadas "Folhas Secas" são prova do quanto essa frase é verdadeira, assim, como outros personagens, que deixam bem claro essa afirmação.

Fiquei realmente de queixo caído com o final desse livro onde a deixa para o próximo foi sensacional. Estou muito curiosa para saber o que vai acontecer...


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